sábado, 1 de março de 2014

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Putin recebe autorização do Parlamento russo para enviar tropas para a Crimeia.

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Intenção é "proteger cidadãos da Federação Russa". Embaixador russo nos EUA vai ser chamado a Moscou. [Esses russos, além de mentirosos e psicopatas belicistas são dissimulados: dão o tapa, escondem a mão, se jogam no chão e pedem maca - O Cossaco]
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Vladimir Putin pediu à câmara alta do Parlamento russo que aprove o envio de forças armadas para a Crimeia, na Ucrânia, anunciou o Kremlin. O Senado russo vai ainda pedir ao Presidente que chame de regresso a Moscou o embaixador nos Estados Unidos.

Países ocidentais alarmados com envolvimento russo na Ucrânia

Chefe da diplomacia britânica classifica ação militar como “ameaça potencialmente grave para a soberania" ucraniana. Conselho de Segurança reúne-se na noite deste sábado. Ministros da UE concertam posições na segunda-feira.

Já depois de conhecido o pedido para envio de tropas para a Ucrânia feito ao Parlamento russo pelo Presidente, Vladimir Putin, o Reino Unido pediu uma reunião do Conselho de Segurança das Nações Unidas, a segunda em dois dias, a realizar na noite de sábado. E os ministros dos Negócios Estrangeiros da União Europeia marcaram encontro para segunda-feira em Bruxelas. Citado pela agência ucraniana Interfax, Andry Deschitsia, ministro interino dos Negócios Estrangeiros do novo poder em Kiev, anunciou na tarde deste sábado que também a NATO, Aliança Atlântica, marcou uma reunião especial sobre a Ucrânia para segunda-feira.

“Inquietação” foi uma palavra repetida por outros líderes ocidentais, caso da chanceler alemã, Angela Merkel, segundo a qual “tudo deve ser feito para preservar a integridade territorial” da Ucrânia. A chefe do governo de Berlim confirmou que tanto ela como “muitos outros” dirigentes ocidentais têm estado em contacto com Putin e com os novos responsáveis do governo de Kiev.

Também o Reino Unido e a França e manifestaram a sua preocupação. O chefe da diplomacia britânica, William Hague – que tem prevista para este domingo um deslocamento à Ucrânia para contatos com a nova liderança – disse que a autorização do Parlamento russo para uma ação militar é “uma ameaça potencialmente grave para a soberania da Ucrânia”.

 Putin declarou guerra à Ucrânia

Neste sábado (01/03), Putin declarou guerra à Ucrânia. Na primeira manhã o auto-proclamado primeiro-ministro da Criméia Sergey Aksenov apelou para o presidente russo, Vladimir Putin para auxiliar na manutenção da paz e tranquilidade na Criméia. Nas eleições para o Conselho Aksenov recebeu apenas 4% dos votos e apenas três assentos parlamentares.

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